1️⃣ Johnnie Walker x João Andante
Uma “inspiração” que saiu cara: indenização de 50 mil à João Andante.
2️⃣ 2XT Tecnologia (PassagensPromo) x 123 Milhas
A gigante do turismo precisou pagar 30 mil à 2XT por usar o termo “PassagensPromo” em links patrocinados.
3️⃣ Maizena x Alisena
Aqui foi pesado… a Muriel Cosméticos foi condenada a repassar 20% de todo o faturamento obtido com o produto “Alisena” para a Unilever, dona da marca Maizena.
👉 Desses 3 cases podemos perceber alguns padrões de muitas outras marcas do mercado brasileiro:
➡️ Somente traduzir uma marca gringa para o português, achando que é original e que não vai sofrer nenhuma consequência jurídica;
➡️ Usar “marcas secundárias” em uma campanha específica sem antes verificar se já não há dono;
➡️ “Criar” uma marca muito parecida a outra mais famosa do mesmo segmento, para tentar “surfar a onda”, e sustentando o argumento de que “não é igual, não to fazendo nada de errado”.
Em todos os casos acima, configura como uso indevido de marca, pois pode causar confusão ao consumidor final.
Por esses motivos que batemos tanto na tecla da importância de criar uma marca original e protegê-la desde o início. É segurança contra problemas jurídicos e prejuízos enormes que podem destruir qualquer negócio.
No fim das contas, você protege a sua marca ou corre o risco de transferir o legado para alguém que não criou nada mas registrou antes!
