Até a Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) quase perdeu o direito de usar a própria marca no Brasil
Em 2008, muito antes de Mark Zuckerberg anunciar a mudança de nome do Facebook para Meta, uma empresa brasileira já havia garantido esse nome no papel.
A Meta Serviços em Informática, fundada em 1996, atua há décadas no mercado nacional e fez o que toda empresa deveria fazer desde o início: registrou sua marca no INPI.
Quando, em 2021, o grupo americano decidiu adotar o nome Meta globalmente, a coincidência virou disputa judicial. Em 2024, a empresa brasileira conseguiu uma liminar que impedia temporariamente a gigante americana de usar o nome “Meta” no Brasil.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) suspendeu essa decisão logo depois, alegando risco de prejuízos econômicos e impacto em milhões de usuários, mas o processo segue em andamento, e o resultado final ainda pode mudar o jogo.
Esse caso deixa claro: nem as maiores empresas do planeta estão imunes a conflitos de marca. Se até uma gigante bilionária pode enfrentar restrições por falta de exclusividade no registro, imagine o que pode acontecer com um pequeno negócio, uma startup ou um criador de conteúdo que ainda não protegeu o próprio nome.
No mercado, quem registra primeiro, tem prioridade. É isso que garante o direito de uso, evita prejuízos e dá segurança para expandir, seja com franquias, licenciamento ou presença digital.
Não espere o problema bater na porta. Registre sua marca com a Encore e assegure que o nome que você está construindo continue sendo seu, em qualquer disputa.
