Como a Xiaomi entrou no mercado de carros elétricos sem perder sua identidade de marca?
A Xiaomi nasceu em 2010 como uma empresa de tecnologia voltada à produção de smartphones com bom custo-benefício.
Seu crescimento foi rápido e consistente, tornando-se uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo em pouco tempo.
Em 2021, a empresa anunciou um plano ambicioso: investir US$ 10 bilhões em 10 anos para entrar no mercado de carros elétricos.
A proposta era clara: levar sua expertise em inovação e integração digital para o setor de mobilidade.
O primeiro modelo lançado foi o Xiaomi SU7, um sedã elétrico com design esportivo, tecnologia de ponta e total integração com os dispositivos da marca.
A recepção do mercado foi positiva, com pré-vendas impressionantes e grande repercussão internacional.
Ao invés de criar uma nova marca automotiva, a Xiaomi decidiu manter seu próprio nome nos carros.
Essa escolha reforçou sua identidade como empresa de tecnologia, e não apenas de eletrônicos.
Com isso, mostrou que uma marca forte consegue atravessar setores sem perder sua essência.
O público entendeu: o carro da Xiaomi é uma extensão natural do seu ecossistema digital.
Da pré-venda em 2021 até junho de 2025, foram US$ 8,86 bilhões faturados com o SU7.
Nada disso seria possível sem uma marca consolidada e registrada globalmente.
A Xiaomi construiu sua reputação com segurança jurídica, o que facilitou sua entrada em um novo setor altamente competitivo.
O que a Xiaomi ensina com esse movimento ousado?
➔Investir no legado da marca antes de expandir para novos mercados.
➔Entrar em novos mercados com uma marca forte pode ser mais lucrativo do que criar outra do zero.
➔Ter licença jurídica para usar a marca em novos segmentos evita rebrandings indesejados e processos judiciais.
A Xiaomi provou que marca forte é marca versátil!
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