Muita gente tem essa dúvida, se clube de futebol protege suas marcas com o devido registro no INPI.
A Encore fez uma pesquisa aprofundada para responder essa dúvida pra você!
Consultamos o banco de marcas do INPI, considerando todos os clubes das séries A, B e C (60 clubes ao total), e ao final elaboramos um ranking.
Importante lembrar que toda MARCA é um ativo, vale dinheiro.
Podem ser produtos, mascotes, serviços, apelidos carinhosos que os torcedor dão ao time, o importante é que isso tudo esteja em propriedade do clube, do contrário pode ser plagiado, pirateado, e o clube terá dificuldades no âmbito jurídico para impedir esse tipo de ação.
Voltando ao ranking, o time que mais possui marcas no Brasil é o Atlético Mineiro, seguido por Corinthians, Flamengo, Grêmio e São Paulo, fechando o top 5.

O ranking completo com os 60 clubes está no final do texto.
3 questões que chamaram muita atenção:
➡️ ️1º – A disparidade entre o Atlético e o restante dos clubes da série A.
Corinthians e Flamengo, por exemplo, são times mais midiáticos, com maior alcance de audiência, consequentemente suas marcas são mais visíveis e requisitadas, aumentando a possibilidade de cópias.
Mesmo assim, a proteção de ambos os clubes somados não bate a proteção do Galo.
Essa proteção do Galo pode ter influência da MRV (quem controla o clube), pois a construtora também tem uma proteção de marcas bem ampla no INPI.
➡️ 2º – A disparidade entre alguns rivais também chamou atenção.
Por exemplo, o que justifica o Grêmio ter 199 registros de marcas enquanto o Inter ter apenas 29?
Ambos são da mesma capital, camisas com peso parecido, e possivelmente possuem e comercializam marcas numa quantidade muito próxima (produtos, serviços, mascote, apelidos, etc).
O mesmo acontece com Flamengo (235) e Vasco (31), Corinthians (281) e Palmeiras (133), Furação (69) e Coxa (20), e o próprio Galo (712) e Cruzeiro (64), além de vários outros rivais.
➡️ 3º – Algo até preocupante, é a existência de vários clubes sem NENHUM registro de marca, nem mesmo do próprio nome do time.
Nesse caso, é importante deixar claro que a Lei Pelé garante aos clubes o direito de uso de seus nomes de criação, mesmo que não registrados no INPI.
Apesar disso, lembrem-se que um clube não se resume ao nome próprio…
Por exemplo, o América Mineiro pode não perder seu próprio nome por causa da Lei Pelé, mas ele também é chamado carinhosamente de “Coelho”, assim como o São Bernardo é chamado de “Bernô”.
Esses times possuem estádios com nomes simbólicos, mascotes, dias específicos que foram apelidados, como a “Batalha dos Aflitos” no caso do Grêmio, etc.
No geral, o recado que queremos deixar é o seguinte:
➡️ Assim como no mundo do futebol, empresas também possuem portes diferentes, portfólios diversos e aplicações de marcas das mais variáveis, sendo assim, não existe uma única forma de registrar uma marca.
Se você tem uma empresa com uma marca boa, pare de dar chance pro azar.
Entre em contato com a Encore, que juntos nós vamos descobrir se ela ainda é registrável, e caso sim, o quanto de proteção você vai precisar para não dar bobeira como alguns clubes brasileiros estão dando!





