Nascido em 1955, foi entregue para adoção logo após o nascimento.
Cresceu em um bairro muito próximo ao que hoje conhecemos como o Vale do Silício.
A região facilitou; toda a vizinhança eram engenheiros ou mecânicos, inclusive o pai.
Cercado por eletrônicos, desde jovem se interessou por engenhocas e invenções.
Entrou na Reed College (faculdade), mas desistiu em poucos meses.
Muitos diriam que foi um fracasso. Para Jobs, foi libertador.
Continuou assistindo apenas às aulas de caligrafia, a única que lhe interessava…
Muitos dizem que isso foi crucial para o design revolucionário dos Macs, anos depois.
Em 1976, junto a Steve Wozniak, fundou a Apple.
O Apple I foi improvisado, vendido até em lojas de eletrônicos.
Já o Apple II explodiu: um dos primeiros computadores pessoais de grande escala.
A ideia de “computador para todos” parecia absurda na época, mas Jobs insistiu nela até virar realidade.
Em 1984, lançou o Macintosh. Primeira máquina com interface gráfica e mouse.
Uma visão ousada: tornar a tecnologia acessível, intuitiva, quase artística.
Foi inovador, mas caro demais e, no início, um fracasso comercial.
Em 1985, Jobs foi expulso da própria empresa.
Como resposta, fundou a NeXT, uma empresa de tecnologia avançada, e comprou a Pixar, um estúdio de animação que ninguém levava a sério.
Resultado: Toy Story estreou em 1995 como o primeiro longa de animação inteiramente digital da história, abrindo uma nova era para o cinema.
Enquanto isso, a Apple afundava sem ele.
Arrependidos, em 1997, a Apple comprou a NeXT e trouxe Jobs de volta.
A empresa estava à beira da falência. Muitos analistas apostavam no fim.
Jobs cortou linhas inteiras de produtos, simplificou tudo, firmou parceria com a Microsoft (algo que chocou o mercado) e lançou o iMac, símbolo de uma Apple renascida.
Sob sua liderança, vieram iPod, iTunes, iPhone e iPad.
Não eram só aparelhos: mudaram a forma das pessoas consumirem músicas, telefonia, internet, comunicação.
Jobs não vendia “tecnologia”, vendia experiências que conectam pessoas.
Chamado de arrogante, controlador e perfeccionista ao extremo.
Jobs exigia o impossível de suas equipes.
Mas foi justamente essa obstinação que transformou ideias em realidade.
Ele não queria agradar, queria revolucionar.
“Think Different”
Legado eterno – Steve Jobs faleceu em 2011, aos 56 anos, vítima de um câncer. Mas deixou algo maior que produtos e marcas: deixou uma forma de pensar. Para muitos, foi um gênio. Para outros, um tirano. Mas uma coisa é inegável: ele, de certa forma, mudou o mundo ao seu redor!
E você, tem uma visão diferente sobre Jobs?
