Há somente 3 anos atrás a influenciadora Manu Cit junto de outros 4 jovens empreendedores criaram uma marca de gominhas de creatina, a GUDAY, com apenas R$ 30 mil de investimento.
Um ano depois, em 2024: R$ 11 milhões de faturamento. Em 2025, R$ 80 milhões.
Crescimento astronômico, mas… esqueceram de um detalhe muito importante.
Quando você vai lançar uma marca no mercado, é crucial verificar se já existe outra marca registrada que seja igual ou semelhante à que você pretende usar.
E foi justamente aí que surgiu o problema da GUDAY.
No mesmo segmento e na mesma classe, já existia a GOODAY. A grafia é diferente, mas a pronúncia é muito parecida. E, para o registro de uma marca, isso pode ser suficiente para gerar um conflito.
Quando a GUDAY entrou com o pedido de registro no INPI, a GOODAY apresentou oposição ao processo.
E não importa que a GUDAY fatura mais, é mais famosa, tem mais seguidores, tem o rosto da Manu Cit no marketing, ela chegou depois e pediu o registro depois. A regra é clara: quem registra primeiro, tem preferência.
Se o INPI negar o pedido de registro da GUDAY, não é só uma mera burocracia.
Tem que trocar de nome.
De logo.
Mudar as embalagens.
Site e redes sociais.
Contratos.
Perde todo o investimento feito no marketing da marca até então.
E principalmente, perde a credibilidade criada no mercado.
Isso não acontece só com marca grande, tem muita empresa pequena passando por esse problema também.
A notícia boa é que esse risco pode ser evitado. Antes de investir dinheiro, tempo e energia em uma marca, verifique se ela está disponível para registro.
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