A Coca-Cola nasceu em 1886, em Atlanta, Geórgia. O criador: o farmacêutico John S. Pemberton. No início, era um xarope experimental, sem glamour, sem grandes perspectivas, tanto que vendia menos de 10 garrafinhas por dia. Mas com muita resiliência, aquela pequena ideia foi ganhando força e crescendo dia após dia.
Demorou 9 anos para a Coca-Cola estar presente em todos os estados dos EUA. Em 1928 (42 anos depois), quando entrou oficialmente nos Jogos Olímpicos, já era vista como um símbolo cultural. E foi aí que a marca começou a conquistar o mundo.
De vendas tímidas no início a um faturamento bilionário, hoje, a empresa atua em mais de 200 países e seu valor de mercado ultrapassa US$ 285 bilhões. São mais de 1,9 bilhão de bebidas vendidas todos os dias, uma escala que parecia impossível para aquele farmacêutico em Atlanta.
Esse crescimento não veio sem desafios. Lembre-se que desde o nascimento, a Coca enfrentou:
- 1ª Guerra Mundial
- Crise de 1929
- 2ª Guerra Mundial
- Guerra Fria
- Crise de 2008
- Covid
- Além de concorrentes agressivos e movimentos de boicotes.
Em cada situação, se reinventou sem perder a essência. Mais que um refrigerante, virou símbolo de persistência, consistência e construção de marca.
Com o crescimento da empresa, vem também as responsabilidades, e uma delas foi a Coca-Cola conseguir manter sua marca protegida contra cópias, até porque o ativo mais valioso da empresa é justamente a sua marca.
Somente no Brasil, a Coca-Cola possui mais de 1700 processos de registro no INPI. A título de comparação, a Nike, outra gigante mundial, possui pouco mais de 350 processos.



O recado que fica é: nenhuma marca nasce grande. Toda gigante já foi pequena, já teve dias de incerteza e já correu o risco de ser esquecida. Mas quando existe visão, muito trabalho e proteção, uma ideia pode atravessar séculos e se tornar global.
Proteja o legado da sua marca!
